19 abril 2012

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Desabafo de um Fantasma

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Ei, será que sou invisível?
Ou você não quer me ver?
Não mordo, sou sensível,
Gostaria de lhe aparecer.

Me escondo em espelhos,
Ou em na foto esquecida,
E suplico de joelhos:
Me coloque em sua vida!

Se causo lágrimas, perdão,
Eu só queria me lembrar,
De quando batia meu coração,
E por mim mesmo podia chorar.

Hoje sou o nada,
Mas tudo já fui para você,
Na vida estive viciada,
Na morte te libero para viver.

Não tem muito o que dizer para esse poema. A ideia é de um fantasma que aos poucos percebe que tem que sair do mundo humano, caso a mensagem não esteja clara. Eu não estou tendo tempo para postar nada ultimamente, e lhes peço desculpas. Mil obrigadas pelos comentários anteriores, me animaram tanto! Fazia tempo que um post não tinha 8 comentários!
Tenho que ir, o tempo nunca para D:
Beeijos
Comentários?

4 comentários:

  1. lembrei das histórias em que os fantasmas dos mortos continuam nesse mundo por causa de algo não resolvido...

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  2. Bem diferente a idéia da poesia. Gostei...

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  3. Essa poesia achei muito boa, os fantasmas morrem e seja por falta de resolver coisas ou por medo, talvez no deixem o nosso plano terrestre... Talvez queiram continuar humanos...

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  4. Tem um ar inocente à primeira vista, mas depois soou meio macabra.


    Gostei!

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